quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Intervenção fitoterapêutica em doentes com Alzheimer



Breve Introdução

Uma das maiores descobertas é que o dano que ocorre com a senescência é idêntico ao que é encontrado na maioria das doenças neuro-degenerativas.1 Esta descoberta foi de tal forma importante, que os cientistas na actualidade consideram o processo como único. Este processo comum a ambas as formas de neuro-degeneração (quer por envelhecimento, quer patológico) é designado por disfunção cerebral excitotóxica.1





A partir dos 35 anos, na maioria das pessoas, o dano é geralmente detectável com a perda de memória, perda de capacidades motoras e dificuldades associadas aos movimentos voluntários. Aos 60 anos geralmente estas alterações tornam-se incapacitantes, necessitando de acompanhamento médico ou em alguns casos (quando existe essa possibilidade) de intervenção cirúrgica. É neste altura que com base na sintomatologia, estes doentes são diagnosticados com as doenças de: Alzheimer, Parkinson, Huntington, Lou Gehrig, Esclerose Múltipla entre muitas outras formas de perturbações neurológicas, algumas fatais.1
A manifestação destas doenças está associada, na maioria dos indivíduos a 2 factores:
1-Factores inerentes à hereditariedade genética.
2-Exposição encefálica a traumas e toxinas ao longo da vida. 

Alguns indivíduos apresentam disfunções na área ligada ao processamento da memória a médio/curto prazo (zona do cérebro chamada hipocampo cerebral). Estas disfunções tornam-se obviamente mais pronunciadas com a idade, sendo que este doente é geralmente diagnosticado com doença de Alzheimer.1
As doenças cerebrais são dificilmente herdadas, mesmo em indivíduos que possuem genes específicos para determinadas patologias, apenas o risco é aumentado, não sendo os genes causadores de doença. 1


Mecanismos patológicos do Alzheimer

Os neurónios colinérgicos situados no hipocampo cerebral segregam o neurotransmissor acetilcolina. Estas células em particular, são mais primitivas em termos evolutivos que os outros neurónios colinérgicos, situados por exemplo no córtex cerebral.1 O seu aparecimento, em termos evolutivos é originário de animais ferozes que tinham uma vida mais violenta e subsequentemente mais curta. Não é por isso de espantar que o tempo de vida destes neurónios seja mais curto do que o dos seus congéneres no córtex cerebral.1 A razão pela qual os neurónios colinérgicos do hipocampo têm uma vida mais curta, está ligada à concentração de óxido nítrico (NO). Este último acelera a velocidade de impulso neuronal requerida em movimentos rápidos e explosivos, diminuindo a vida das células suprimindo a produção de antioxidantes endógenos naquela zona.1 Esta é a explicação para a vida mais curta dos neurónios colinérgicos do hipocampo, eles nunca foram concebidos para durar muito!
Na doença de Alzheimer é precisamente esta estrutura que apresenta maior dano. Contudo mesmo recorrendo à tecnologia TC (tomografia computorizada) o clínico pode apenas sugerir a doença com base em “gaps” que se verificam em tratamento imagiológico. Para diagnosticar com o máximo de certeza seria necessário uma biopsia, e confirmação através de análises, recorrendo à anatomia patológica.1 Esta é a razão pela qual se diz frequentemente que o Alzheimer só é diagnosticado post-mortem, não é possível fazê-lo em vida pois uma biopsia a esta zona teria consequências desastrosas do ponto de vista neurológico.1 O que se verifica nos casos diagnosticados com Alzheimer é geralmente a presença de um elevado número de neurónios mortos, assim como a presença de placas amilóides que bloqueiam as sinapses, assim como dano no DNA mitocondrial e aumento das redes de neurofibrilas disfuncionais.1 Curiosamente, a própria placa amilóide aumenta a síntese de NO levando a um ciclo vicioso de dano neuronal. Os doentes de Alzheimer também apresentam níveis elevados de citocinas inflamatórias que elevam ainda mais os níveis de NO.1   

Torna-se assim importante controlar a libertação do NO encefálico. Sendo que embora esta espécie reactiva de oxigénio, seja importante em diversos processos de imunomodulação e vasodilatação, a sua acumulação em excesso no encéfalo pode ser catastrófica.1
De acordo com a literatura médica de referência, a doença de Alzheimer é a causa mais frequente de demência; afecta 4 milhões de pessoas nos EUA, custando cerca de 50 mil milhões de dólares/ano.17 Os doentes apresentam-se com uma recente e subtil perda de memória, desenvolvendo depois demência lentamente e progressivamente. Com a progressão da doença, a desorientação, falta de discernimento, dificuldade de concentração e apraxia são cada vez mais evidentes.17 Com o agravamento destes sintomas e sinais, o óbito geralmente ocorre por desnutrição, infecções secundárias, êmbolos pulmonares ou doença cardíaca.17
Embora de etiologia ainda pouco conhecida, a ciência médica considera como factores de risco, a idade avançada e o historial familiar positivo.17

 

Como inibir o excesso de NO (colgan institute):1

 

Intervenção naturopática

Segundo a naturopatia, a intervenção no Alzheimer deve abranger 5 pontos-chave2:


Fitoterápicos recomendados: Salvia officinalis, Melissa officinalis, Ginkgo biloba, Bacopa monnieri, Panax ginseng, Curcuma longa.


Nutricional: Ácido fólico, acetil-l-carnitina, ácido α-lipóico, polifenóis (ex: picnogenol, EGCG), ómega-3.


Dieta recomendada: Mediterrânica, limitação da ingestão de álcool, ingestão de alho.


Exercício: Deve ser gradual e supervisionado.

Treino cognitivo: Leitura, palavras-cruzadas.

Exemplo de tratamento aplicado2:

  •  Fitoterapia:

            Bacopa monnieri 1:2           35ml

            Ginkgo biloba 2:1               25ml

            Melissa officinalis 1:2         20ml

            Salvia officinalis 1:2           20ml

  •  Prescrição nutricional:

Ácido α-lipóico

Complexo de antioxidantes (contendo vitamina C e E)

Ácido fólico

Este protocolo deverá promover uma melhoria da memória nas 4-6 semanas seguintes, e dos padrões de sono após 1 semana.

Fitoterapia

Com base na literatura consultada existem 2 fitoterápicos que se destacam nos protocolos aplicados na Doença de Alzheimer. Estes são o Ginkgo biloba e a Bacopa monnieri. Assim, foram as eleitas para um estudo mais aprofundado.


Ginkgo biloba3,4,5,6


É considerada uma das árvores mais antigas à face da terra. Com folhas em forma de leque bilobado, é uma árvore ornamental plantada em muitas cidades do mundo, pela sua resistência à poluição.

 Monografia:

Pertence à família das Ginkgoáceas
Habitat e distribuição: Árvore sagrada do oriente, originária da China, Japão e Coreia. É cultivada em diversos países.
Parte utilizada: Empregam-se as folhas da planta que de acordo com a Farmacopeia Portuguesa 8, devem possuir no mínimo 0,5% de flavonóides sob a forma de heterósidos.
Principais constituintes:
  • Mono, di e triglucósidos dos flavonóides quercetina, campferol e isorramnetina e ésteres cumarínicos de flavonóides. Outros flavonóides incluem as biflavonas e derivados metilados.
  • Lactonas terpénicas que incluem os ginkgólidos A, B, C, J e M e o bilobalido, sesquiterpenóide trilactónico de estrutura relacionada com os C20-ginkgólidos.
  • Ácidos ginkgólidos, esteróis, procianidinas e polissacáridos.
Tanto as ginkgoflavonas como os ginkgólidos estimulam a circulação do sangue nas artérias, aumentam a fluidez do sangue e têm um efeito antioxidante e protector do endotélio vascular, impedindo a formação de ateroma. O “totum vegetal” apresenta outras moléculas que fazem a acção global do Ginkgo biloba por intermédio de vários efeitos fitofisiológicos:
*No cérebro – propriedades neuroprotectoras e estimulantes da cognição, acção antioxidante, protegendo ou retardando a degeneração das células nervosas.
*Nas artérias – efeito estabilizador da membrana endotelial por diminuição da hiperagregação plaquetária e eritrocitária, reduzindo a formação de trombos. É também um vasodilatador arterial.
*Nas veias – exerce acção vasoconstritora, reforçando a resistência capilar.
Farmacologia e actividade biológica: Aumenta a resistência dos capilares e a oxigenação dos tecidos, previne a peroxidação lipídica causada pelos radicais livres, evitando a perda de memória e a decadência das funções cognitivas. Aumenta a resistência e diminui a permeabilidade vascular. Acção vasodilatadora periférica e inibidora da agregação plaquetária.
Usos etnomédicos e médicos: Em casos de diminuição do rendimento intelectual, perda de memória, zumbidos, cefaleias e ansiedade devido a insuficiência vascular cerebral nos idosos. Claudicação intermitente. Demência senil e Alzheimer. Prevenção da aterosclerose e da formação de trombos. Útil em cardiopatias isquémicas e na diabetes mellitus nomeadamente em complicações cerebrais.
Principais indicações: Nos sintomas ligados à insuficiência vascular cerebral ou periférica. Vertigens, acufenos (zumbidos), perturbações da memória e claudicação intermitente.
Usos aprovados pela Comissão E: Para o extracto titulado: em alterações das funções cerebrais de que resultam vertigens e cefaleias; para aumentar a memória; na doença oclusiva arterial periférica.
Contra-indicações: Hipersensibilidade individual aos componentes do ginkgo. Interacção com terapêutica antiagregante plaquetária. Gravidez e lactação.
Efeitos secundários e toxicidade: Em doentes com hipersensibilidade podem aparecer dermatites, cefaleias e complicações gastrointestinais ligeiras.

Propriedades:
  • Neuroprotector / antioxidante – reduz o envelhecimento cerebral e regula os neurotransmissores.
  • Vasodilatador – melhora a circulação cerebral e periférica diminuindo a pressão arterial.
Consequentemente aumenta a concentração, memoria e agilidade mental sendo por isso utilizada no Alzheimer e sintomas associados à demência, aumentando a longevidade.
Administração: Em comprimidos 120 a 240mg/dia de extracto padronizado a 24% de glicosídeos flavonóides e 6% de lactonas terpénicas.

Estudos científicos:
Uma meta-análise realizada pela Universidade de Medicina de Charité em Berlim, resumiu o resultado dos vários estudos realizados até à data. Os resultados ao nível das melhorias cognitivas foram claramente favoráveis ao Ginkgo comparativamente ao grupo placebo.8 No subgrupo de 5 estudos só com pacientes com Alzheimer, o Ginkgo demonstrou superioridade relativamente ao placebo na melhoria das actividades diárias.8
Na doença de Alzheimer com características neuropsiquiátricas, o Ginkgo (160-240mg/dia) é tão eficaz como o fármaco Donepezilo mas com menos efeitos iatrogénicos.9
A terapia à base de plantas pode ser usada com muito sucesso em sinergia com os fármacos actualmente aprovados para a Doença de Alzheimer.10,12
O Ginkgo biloba apresenta resultados antioxidantes, antiamiloidogénicos e antiapoptóticos.11

 

Bacopa monnieri3,7

É uma das plantas mais antigas utilizadas na Medicina Ayurvédica. Sempre foi utilizada com o intuito de melhorar o funcionamento cerebral.

 Monografia:

Principais constituintes:
  • Bacosídeos A e B que aumentam a síntese neuronal, melhoram a transmissão dos impulsos nervosos e estimulam a produção de serotonina.
  • Flavonóides com acções antioxidantes que reduzem o envelhecimento dos neurónios.
Principais propriedades: Tónico cerebral, melhora a memória e o raciocínio. Aumenta o desenvolvimento intelectual em crianças com paralisia cerebral. Nos estudantes melhora a acuidade mental, memória e capacidade de aprendizagem. Em adultos e seniores previne o envelhecimento cerebral e o aparecimento de doenças degenerativas como Alzheimer e Parkinson.
Efeito cognitivo: Os triterpenóides, saponinas e bacosídeos estimulam a transmissão do impulso neuronal. Potenciam a actividade de várias quinases, estimulando a síntese neuronal, melhorando assim a neurotransmissão. A principal característica do Alzheimer é a perda da actividade colinérgica no hipocampo. Os bacosídeos, aumentam a actividade antioxidante no hipocampo, córtex frontal e corpo estriado. Diversos estudos têm demonstrado que modula a expressão de alguns enzimas envolvidos na libertação de radicais livres no encéfalo. O aumento da neurotransmissão colinérgica através da utilização de Bacopa demonstra melhoria nas propriedades cognitivas do cérebro, tais como a memória e a concentração.
Efeito anti-isquémico: Tem um poderoso efeito relaxante nas artérias dos pulmões, traqueia e aorta e no tecido muscular estriado. Provavelmente mediada pela inibição do fluxo de cálcio intracelular através da membrana.
Efeito anti-inflamatório: Tem acção anti-inflamatória pela inibição da síntese
de prostaglandinas e estabilização da membrana lisossomal.
Anti-convulsivante: A Bacopa sempre foi recomendada para o tratamento
de crises convulsivas, no entanto estudos recentes mostram que só pode ser alcançado efeito significativo usando doses muito elevadas e durante longos períodos.
Anti-alérgica: Os bacosídeos estabilizam as membranas dos mastócitos e basófilos inibindo reacções atópicas.
Anti-cancerígena: Alguns estudos in-vitro sugerem um efeito anticancerígeno, devido à inibição da replicação do DNA.
Broncolítico: Estudos em animais demonstraram que os extractos de Bacopa promovem o controlo broncoespasmolítico induzido quimicamente, possivelmente bloqueando os canais de cálcio e estabilizando os mastócitos. Estas propriedades justificam a utilização de Bacopa no tratamento da asma brônquica.
Estimulador da tiróide: Através de experiências, verificou-se que os extractos de Bacopa aumentaram 41% a concentração de tiroxina, enquanto Níveis de T3 não variaram, sugerindo que os bacosídeos tenham uma função directamente ao nível da tiróide estimulando a síntese e/ou a libertação de T4
sem alterar a conversão de T4 para T3. Estes estudos confirmam que a planta tem um efeito estimulante sobre a glândula tiroideia. No entanto é evidente que no estudo foram utilizadas doses muito elevadas. Dosagens comuns (200-400 mg/dia) não exerceram qualquer alteração nestes parâmetros.
Anti-stress: Em casos de stress agudo, o pré-tratamento com Bacopa reduziu
significativamente a taxa de úlceras digestivas, de volume da glândula supra-renal e da creatina quinase (CK).

Indicações:
o   Asma brônquica;
o   Deficit de atenção;
o   Dismenorreia;
o   Encefalopatia;
o   Epilepsia;
o   Stress;
o   Hipertensão arterial;
o   Doença de Alzheimer;
o   Menopausa.
Contra-indicações: Reduz a toxicidade da morfina e fenitoína. Pode causar efeito sedativo leve, portanto, recomenda-se cautela no uso concomitante com alguns fármacos. Devemos também ter em consideração que estimula a T4, portanto, pode aumentar a acção de fármacos estimulantes da tiróide e diminuir a acção de fármacos supressores da mesma. Gravidez e lactação. Hipersensibilidade específica à planta.
Administração: 200 a 400mg/dia para adultos; 10 a 100mg/dia para crianças.

Estudos científicos:
Num ensaio clínico demonstra-se que o extracto padronizado de Bacopa monnieri (Bacognize® 300mg duas vezes ao dia (via oral)) durante 6 meses promove uma melhoria em alguns aspectos das funções cognitivas em pacientes geriátricos que sofrem de doença de Alzheimer.13
Outro estudo demonstra o poder da Bacopa monnieri como incrementadora do potencial cognitivo e neuroprotector contra a Doença de Alzheimer.14

Estudo comparativo Ginkgo biloba e Bacopa monnieri15

Um estudo comparativo realizado em roedores demonstrou que tanto o extracto padronizado de Bacopa monnieri como de Ginkgo biloba são importantes na componente cognitiva. Ambos promovem estas componentes no entanto usam mecanismos de acção diferentes. O extracto de Ginkgo biloba promove ainda uma redução significativa da acetilcolinesterase.

Conclusões

Após análise exaustiva da patologia e protocolos de tratamento foi bastante evidente a importância da utilização de fitoterápicos na Doença de Alzheimer. Foi amplamente sugerida a sinergia entre fármacos e a Bacopa ou Ginkgo. Todos os estudos analisados não apresentaram qualquer efeito negativo na interacção “planta” – fármaco.
Mas alguns estudos foram mais longe, sempre com as devidas reservas, demonstraram melhorias nas capacidades cognitivas em doentes com a patologia já diagnosticada. Não sendo uma cura, é sem dúvida uma esperança, pois verificou-se uma regressão na sintomatologia verificada.
Acreditamos que estas plantas milenares irão paulatinamente marcar posição no tratamento de diversas patologias, provavelmente com maior incidência nas doenças neurodegenerativas.

“Nature made all the locks and holds all the keys”
Michael Colgan, phD in Nutrition for Champions


Referencias Bibliográficas:
1. Colgan M. Save Your Brain. Vancouver: Science Books; 2008
2. Sarris J, Wardle J. Clinical Naturopathy. Sidney: Churchill Livingstone; 2010 
3. Duke J. Farmácia Verde. USA: Publicações Europa-América; 1997
4. Vanaclocha B, Cañigueral S. Fitoterapia: Vademécum de Prescripción. Barcelona: Elsevier Masson; 2003
5. Cunha A, et al. Plantas na terapêutica. Farmacologia e Ensaios Clínicos. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian; 2010
6. Cunha A, et al. Plantas e Produtos Vegetais em Fitoterapia. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian; 2009
7. Beles J. Naturopatia: A Natureza Cura a Natureza. Portugal: Mahatma; 2011
8. Weinmann S et al (2010). Effects of Ginkgo biloba in dementia: systematic review and meta-analysis. BMC Geriatrics 10:14
9. Mazza M et al (2006). Ginkgo biloba and donepezil: a comparison in the treatment of Alzheimer’s dementia in a randomized placebo-controlled double-blind study. European Journal of Neurology, 13 981-985
10. Tian J et al (2010). Herbal therapy: a new pathway for the treatment of Alzheimer’s disease. Alzheimer’s Research & Therapy. 2:30
11. Luo Y et al (2002). Inhibition of amyloid-β aggregation and caspase-3 activation by the Ginkgo biloba extract EGb761. PNAS, 99:19 12197-12202
12. Emiliano G et al (2011).Rehabilitating a brain with Alzheimer’s: a proposal. Clinical Interventions in Aging, 6 53-59
13. Shishir Goswami et al (2011). Effect of Bacopa Monnieri on Cognitive functions in Alzheimer’s disease patients. International Journal of Collaborative Research on Internal Medicine & Public Health (IJCRIMPH), 3:4
14. Uabundit N et al (2010). Cognitive enhancement and neuroprotective effects of Bacopa monnieri in Alzheimer's disease model. J Ethnopharmacol, 8;127(1):26-31
15. Das A et al (2002). A comparative study in rodents of standardized extracts of Bacopa monniera and Ginkgo biloba Anticholinesterase and cognitive enhancing activities. Pharmacology, Biochemistry and Behavior, 73 893-900
16. Hendler S. PDR for Nutrititional Supplements 2nd edition. New Jersey: Thomson Reuters; 2008.
17. Fauci et al. Manual de Medicina Interna 16.a ed. New York: McGraw-Hill; 2006


Cumprimentos,
Rita Figueiredo
Naturopata


As opiniões aqui contidas apenas reflectem a opinião do autor e não necessariamente da empresa Body Temple Lda. Consulte sempre o seu médico ou profissional de saúde antes de enveredar por qualquer suplemento, plano alimentar ou tratamento.

2 comentários:

  1. O artigo refere-se ao gingko biloba, mas o óleo de coco virgem também é uma óptima "arma" para combater a doença de Alzheimer. Penso que também devia de estar incluído na parte nutricional.

    ResponderEliminar
  2. Penso que a Rita não se importa que responda, Dinis: O artigo é sobre fitoterapia (e não é apenas abordado o ginkgo biloba)... ainda assim o que conheço do óleo de coco é relativamente inconclusivo http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=%22Effects+of+beta-hydroxybutyrate+on+cognition+in+memory-impaired+adults%22 outra questão é a acção do laxante do mesmo. Nestes doentes em que a perda de autonomia é progressiva este efeito poderá ser um entrave à utilização do suplemento (pelo menos nos doentes sensíveis). Abraço!

    ResponderEliminar